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Louise Twyman

EDITOR DE ESTILO

Maio

02/2017

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O meu primeiro Dia da Mãe

Texto de Lucy Felton

A recente mamã e jornalista de moda Lucy Felton sabe uma coisita ou duas sobre mudas de fraldas e noites sem dormir. Para assinalar o seu primeiro Dia da Mãe, a fundadora do blogue sobre lifestyle The Lucy Edit pinta-nos um retrato real da vida com um recém-nascido.

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Soem as trombetas, sobrevivi até ao Dia da Mãe! O meu primeiro, por sinal. Quando dei à luz há sete semanas, não fazia ideia de como o meu mundo estava à espera de ser virado do avesso. O meu filho Hector aterrou de emergência duas semanas antes da data, no dia 5 de fevereiro de 2017. Nenhuma pesquisa sobre bebés, organização do quarto de bebé ou idas às compras na secção de criança (por muito demoradas que fossem) me podiam alguma vez ter preparado para o choque que me atingiu quando o trouxe para casa do hospital. 

Soa-te familiar? A todas as novas mamãs por aí a tentarem ajustar-se à mudança colossal que é a maternidade, quero dizer: não estão sozinhas. Navegar pelos nove meses de gravidez (enjoos matinais, estrias e insónias são apenas alguns dos desafios vencidos) deu-me muito tempo para entrar no ritmo. Depois, mesmo na altura em que consegui perceber tudo sobre dar à luz e (quase) arranjei maneira de lidar com a minha gigantesca barriga, pimba! O bebé estava nos meus braços e nunca mais nada seria o mesmo.

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Quando as hormonas aceleram e sentes que estás a ir à loucura, dá um passo atrás, respira e celebra o facto de que acabaste de trazer um pequeno humano ao mundo. Nunca ninguém disse que os primeiros tempos iam ser fáceis, certo? Não é por acaso que lhe chamam o quarto trimestre e, mesmo que já não tenhas o bebé no ventre, os primeiros três meses com um recém-nascido são tão importantes como os três trimestres de gravidez. O meu novo mantra é "leva um dia de cada vez". O plano a curto prazo é sobreviver para que, a longo prazo, possa triunfar. Estou a fazer as coisas devagar e não tenho qualquer ambição de ser coroada mãe do ano, mas se me considerarem uma mãe carinhosa, feliz e relaxada, já me dou perfeitamente por satisfeita. Tudo começa por reconheceres que cada pequena tarefa é uma vitória e por dares a ti própria um desconto à séria. Conseguiste fazer café (só com uma mão) e efetivamente bebê-lo enquanto ainda estava quente? Boa!

Sobreviveste à primeira semana de amamentação? É isso mesmo, mamã! O mesmo se aplica às mudas de fralda fora de casa, aos colapsos do carrinho de bebé, às viagens de carro e horas do banho: tudo isto são marcos merecedores de uma medalha de ouro, na minha opinião. O que quero dizer é: esquece aqueles tempos antes de teres o bebé em que fazias várias coisas ao mesmo tempo e equilibravas os prazos de trabalho, três máquinas de roupa, as compras grandes, a marcação no cabeleireiro e a ida ao ginásio, tudo isto antes da hora de almoço num sábado. Agora estás na era do recém-nascido, logo é outra fruta.  Às 4 da manhã, quando o bebé decide que é hora de dar um concerto, lembra-te de que ser mãe é a melhor coisa que vais fazer na vida e, para ser totalmente honesta, o presente mais precioso que alguma vez vais receber, de graça. Nem mesmo o mais raro dos diamantes ou o carro mais requintado pode comparar-se a este pequeno poço de felicidade. Totalmente dependente de ti para receber amor, mimos e centenas de pancadinhas nas costas para arrotar, não existe mesmo sensação melhor.

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Este ano, quer seja o teu primeiro, terceiro ou trigésimo Dia da Mãe, esquece o opulento chá da tarde, prescinde do jantar requintado e evita gastar uma pequena fortuna numa escapadinha porque a verdadeira forma de celebrar o Dia da Mãe é abrandar, desligar e absorver as pequenas coisas. A pilha de roupa para lavar, a lista de tarefas e os milhares de e-mails a entupir a tua caixa de entrada podem esperar.

O que é importante é dar um grande passo atrás e concentrares-te no que realmente importa: muitos miminhos ao bebé, dar prioridade ao teu bem-estar e criar aquelas primeiras memórias com a família. Quanto ao resto, deixa passar. Estes primeiros dias quando eles são mesmo pequeninos passam realmente a voar, por isso absorve cada segundo antes que eles tenham idade para ficarem envergonhados quando os abraçares. E a todos os outros pais por aí: vocês são fantásticos!


Acompanha-me nesta jornada pela maternidade no Instagram @TheLucyEdit

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